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2010 Reflexões de uma Alma

 

 

 

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19  de outubro de 2010

Boas intenções

“Palavra forte de se ouvir …. pode soar até como uma provocação!!!

Mas traz em si um sentimento muito importante que é a verdade da alma. Aquilo que naquele momento a nossa alma quer transmitir através de um olhar, de um gesto ou …  mais claramente … de uma palavra.

Cada gesto, olhar ou palavra que sai de nós tem um motivo, tem uma intenção e podemos escolher qual é … no infinito leque de significados que queremos dar a elas.

Sentimentos vários povoam a cada instante nossas mentes e corações, mas … acredito … que o viver, o nosso viver, vai nos lapidando e nos tornando o que na verdade somos em essência, vai retirando máscaras que, muitas vezes foram ali criadas até para nos defender, mas que com a maturidade, percebemos que eram apenas muletas, hoje … velhas e enferrujadas.

Acho que há de se ter coragem para sermos o que verdadeiramente somos, sem precisarmos usar qualquer tipo de intenção que esteja distante de nossas essências, seja para que fim for….Já é velha, muito velha e não nos cabe mais a frase … os fins justificam os meios.

Vamos ter a coragem de nos olhar e ver quais são as reais intenções daquilo que pensamos, queremos e vivemos. Talvez isso simplificasse muito o nosso caminhar, o nosso sentir, o nosso viver … com nós mesmos e com o que está a nossa volta.

Bem… é apenas um convite para nós mesmos: boas intenções da alma para todos nós.”

Arminda de Fátima Correia


Viver por viver? … ou aprender a viver?

Posicionamento que sempre nos faz questionar, é pensar que quebrar paradigmas é passar como um “ trator” nas matas, por cima de nossa própria vida e da vida dos semelhantes. O que nos faz pensar que quebrar conceitos, é invadir espaços e entrar na vida alheia? Talvez nos faça pensar, não sei, que ao quebrar paradigmas temos obrigação de quebrar os paradigmas dos outros, o que é isso? Alimentação do próprio Ego? Vaidade fantasiada de “modernismo” ou quem sabe “ sabedoria”?….Quanta grosseria emocional se faz aos outros dizendo e afirmando que “isso é paradigma”…….e entramos como máquinas derrubadoras de árvores sobre a vida da pessoa,….feliz! Com enorme “sabedoria”……mascarada em coragem!! Pois se queremos mudar nossos paradigmas não precisamos mudar os dos outros….nem comunicarmos nossa mudança, talvez……podemos sugerir que determinada atitude seja um sistema de crenças que talvez não haja mais utilidade na vida desta pessoa, atualmente, mas nunca levantar uma bandeira sem mastro, uma bandeira onde nós seguramos como nossos braços…eles logo se cansam….ou alguém os desce…….

Nossa mudança só a nós pertence, a bandeira leva as cores em nosso coração…..não precisa ser exposta como uma canção exótica!!

Lembre sempre que quando conversamos e trocamos conceitos, a fixação de uma nova idéia é bem melhor aceita do que imposta pelos “tratores” da ignorância. Pense nisso….

Aprenda a se relacionar

Aprenda a respeitar

Aprenda a viver

Respeite…..para se amar!!!!!

Candida Panchora 26/09/2010

Mania de viver

Quando se vislumbra algo, se detém ao fato do querer em si……..

Quando se realiza algo………se associa ao fato de ter para si…….

Quando se tem algo……..se reporta ao fato de perdê-lo em si……….um dia…….!

 

Sonhar no querer……….nem sempre se faz ter………

Ter, de fato concreto……reporta ao laço de perder por si……..

Imaginar algo…….nos responsabiliza ao fato de ter………um dia…..!

Responsabilizar em ter, nos faz alvo de perder por si………

 

Querer…..sonhar….ter e realizar….são ações mentais responsáveis por formatações morais.

Devemos fortalecer nossa moralidade de princípios, para que quando sonharmos, quando quisermos e concretizarmos algo…..nossa responsabilidade seja respeitada, seja presenteada, pelo nosso ser eterno…………….

Cândida Panchorra

Foco

É muito comum em nossa história de vida, perdermos nosso foco, pela nossa maneira de agir, até porque, por convivermos, recebemos várias informações contrárias ao nosso modo de pensar e assim deixamos fugir nosso Foco, nosso propósito. Mas como essas convivências e informações contrárias são constantes, sabemos que temos que avaliar a cada instante nosso propósito e às vezes, mudarmos o Foco.

Mas, o que vem a ser o foco? Uma meta… uma querência……..uma ambição…enfim, várias coisas que poderemos confundir como foco. Na verdade, sugiro pensar que foco é algo que se pretende alcançar em prol de nossas melhoras, por exemplo, meu foco é o amor incondicional, ou bons pensamentos, não julgamento, ou a prática de gentilezas……fica melhor focarmos em uma perspectiva de convivência saudável, do que focar em assuntos que dependem do próximo para sua realização, concorda?

Quando focamos em nossa melhora de conduta/ética, nós podemos contar com nossas atitudes, nossos sentimentos e emoções, por outro lado, se focarmos em querermos um carro, uma casa, um emprego….esse foco depende alem de outras coisas, de outras tantas pessoas e acontecimentos, a essas atitudes, poderemos dar o nome de Meta. Uma meta pode ser alcançada com uma perspectiva material/física, um foco nós contamos com nossa compreensão e esforço em nossas mudanças conscienciais, que sabemos, só dependem de nós.

Por isso, vamos tentar focar no que realmente queremos alcançar em termos de educação e crescimento consciencial, para que nossas ações, nossa maneira de agir, sejam parceiras e não opostas, Foco = Maneira de agir!!! Essa equação é mais lógica…..mais coerente…..

Coerência entre o pensar e agir devem seguir em paralelo para que não percamos o nosso Foco.

Candida Panchorra

A Grande Cruz: impulso para uma nova realidade.

Pegue sua cruz e siga!

Fonte: http://www.oficinadeastrologia.com.br/
Pelo astrólogo José Maria Gomes

Algumas reflexões sobre a Grande Cruz que se forma no céu

Muita gente tem me perguntado sobre o desenho da Grande Cruz que está se formando no céu no dia 6/7 de agosto. Sem dúvida, esse é um dia especial, mas nada de especial vai acontecer nesse dia, que já não esteja ocorrendo na sua vida, e que não seja pelo menos a possibilidade de uma mudança para melhor.

Simbolicamente se pode afirmar que o planeta Terra está chegando à Estação Novo Tempo, isto porque as cúspides de todos os signos cardinais, onde se iniciam as estações, estão ativadas pelos planetas mais lentos, ao mesmo tempo. É o ponto de partida para o século 21: – Last stop! Last Stop! – Última parada. Todos os passageiros deverão desembarcar, anuncia o maquinista. É chegada hora da baldeação definitiva para a mudança de atitude, de valores, de comportamento individual e coletivo. Todos nós iremos descer e pegar um novo trem em direção ao futuro que ainda temos em comum. Somos quase sete bilhões de passageiros na nave Terra que viaja a 30km/s no espaço sideral, convocados para fazer a Grande Mutação (entrevista: Gazeta do Povo, sobre ciclos planetários).

Tem gente que já tem passaporte visado, plano de viagem e assento garantido no novo vagão. Seus projetos foram aprovados e sabem claramente a direção para aonde estão indo. Mas há ainda aqueles que estão dormindo no antigo comboio, levados pelo estresse da vida que têm levado, e pelo que parece ser um nível de consciência sonolento, mas preste a despertar. É a grande maioria. Vão acordar de supetão: – o que? Já chegou? Para onde? E agora? “E agora, Jose, para onde?”

Nesse tempo, de consciência global, quem fica parado no tempo está andando para trás. Quem está dormindo vai perder a conexão. É que tudo na vida a gente acaba só se dando conta do que acontece, depois. Mas tudo já está acontecendo aqui e agora, quase que simultaneamente. Esse é o tempo da instantaneidade e o mais estranho é que parece que já está escrito nas estrelas. Mas será que tudo que está escrito tem necessariamente que acontecer? Tem se falado de fim do mundo, filmes com o mar em fúria invadindo a terra com suas águas profundas, guerras e promessas de guerras, hecatombe nuclear, aquecimento global, crises econômicas, falência do capitalismo, colapso nas relações interpessoais. Será que essa é a realidade que estamos construindo para nosso futuro, ou é apenas projeção das sombras do nosso passado? Será possível imaginar outro cenário, com um desfecho mais reluzente, algo que seja um tanto mais promissor e luminoso?

O pensamento arcaico aprisionado na dualidade, movido a adrelina da sobrevivência incita: flight ou fight, e não apresenta nenhuma outra alternativa. Sentimos esperança ou resignação. Mas existe uma terceira possibilidade: a fé, a confiança definitiva em fiar juntos, tecer um novo holograma para a realidade.

Tenho percebido que o exercício de olhar para o futuro tem duas vertentes:

1. A gente cria o futuro, a cada escolha. A gente “es-colhe” o que planta. E colhe também o que mais alguém plantou. A nossa plantação é coletiva, todos construímos o mundo em que vivemos, mesmo sem consciência disso. Não podemos negar nossa participação na edificação do futuro. Seja através de nossa obra, seja pelos filhos que criamos, ou o legado que deixamos.

2. Olhar para o futuro altera o futuro. Cada vez que o futuro é tocado pelo nosso olhar, ele muda. Ou mudamos nós?

Então a nossa visão se torna muito curta, pois não suportaríamos a idéia de ver a hora de nossa morte. Enxergamos até onde alcança a própria cegueira e negociamos a cada momento até a última instância.

Diante da percepção dessa configuração planetária sentimos que sempre podemos ter uma nova chance, buscar uma nova oportunidade, e participar ativamente da criação de uma nova realidade. Um pequeno fragmento do futuro projeta no holograma de nossa a mente a idéia e o impulso de criar uma nova realidade, fora da dualidade.

Vida e morte não são antagônicas, pois a morte é uma parte integrante da vida. A morte se opõe tão somente ao nascimento, seu estágio original. A vida, pois, é o caminho entre o nascimento e a morte.

Amor e ódio não são opostos como os românticos conceituam, pois quem ama apenas ama, é incondicional e não depende de ser amado. Ódio se antagoniza com paixão, e o amor é a força invisível que liberta da dualidade.

Também há uma força invisível que une o EU ao OUTRO, e que por hora ainda se encontra na sombra: – é a força do NÓS! Ainda não percebemos que estamos unidos todos ligados uns aos outros pelas linhas do tempo no tear cósmico de cada momento.

A figura da Grande Cruz que está no céu é o desenho de um quadrado perfeito, vermelho, unindo signos da mesma cruz cardinal, formado por pelo menos quatro quadraturas e duas oposições. Particularmente no caso específico do dia 6/7 de agosto temos 13 quadraturas e 7 oposições, que envolvem Vênus, Marte e Saturno – Urano e Júpiter – Lua e Plutão.

A quadratura e a oposição são aspectos de energia, por isso são representados em vermelhos. Também estão relacionados com desafios, tensão, motivação por mudança e novas conquistas.

Urano e Júpiter se encontram uma vez a cada 83 anos, aproximadamente, em Áries, signo de todo começo. É apenas o IMPULSO PARA CRIAR UMA NOVA REALIDADE.

Do outro lado da configuração, em oposição a esse impulso de vida, está Saturno em conjunção com Marte e Vênus, que se encontram no fulcro da balança, signo de Libra. Essa tensão sugere a oportunidade de estabelecer nova ética nas dinâmicas das relações humanas, e de tirar o nós da sombra. Quando percebemos que o outro é uma parte integrante de nosso ser, passamos a ter um pouco mais de responsabilidade sobre cada outro com quem entramos em contato. A construção dessa consciência é diária. Não há mais espaço para a oposição EU X OUTRO – mas há campo para se construir sim, a relação do EU COM O OUTRO – estabelecer o encontro. O outro é uma parte integrante do eu. No mapa astrológico, a casa 7 (parcerias) é 1/12 do mapa inteiro, portanto uma parte integrante do eu. O eu não está separado de cada outro, apenas não temos consciência de que todos nós fazemos parte da expressão plena desse momento, que é único e não se repete.

POLUIÇÃO EXTERNA

Você não está satisfeito com as atividades que desempenha? Talvez não goste do seu trabalho ou tenha se aborrecido por ter concordado em fazer alguma coisa, embora parte de você não goste e ofereça resistência. Tem algum ressentimento oculto em relação a alguém próximo a você? Percebe que a energia que você desprende por conta disso tem efeitos tão prejudiciais, que você está contaminando a si mesmo e aos que estão ao seu redor? Dê uma olhada dentro de você. Existe algum leve traço de ressentimento ou má vontade? Se existe, observe-o, observe-o, observe-o, tanto no nível mental quanto no emocional. Que tipo de pensamentos a sua mente está criando em torno dessa situação? Depois, observe a sua emoção, que é a reação do corpo a esses pensamentos. Sinta a emoção. Ela lhe parece agradável ou não? É uma energia que você escolheria para ter dentro de você? Você tem escolha?

Talvez a atividade seja tediosa, ou alguém próximo a você seja desonesto, irritante ou inconsciente, mas tudo isso é irrelevante. Não faz a menor diferença se os seus pensamentos e emoções a respeito da situação tenham ou não uma justificativa. O fato é que você está resistindo ao que é. Está transformando o momento atual num inimigo. Está criando infelicidade, um conflito entre o interior e o exterior. A sua infelicidade está poluindo não só o seu próprio ser interior e daqueles a sua volta, como também a psique coletiva humana, da qual você é uma parte inseparável.

A poluição do planeta é apenas um reflexo externo de uma poluição interior psíquica gerada por milhões de indivíduos inconscientes, sem a menor responsabilidade pelos espaços que trazem dentro de si.

Você pode parar de executar a tarefa que está lhe causando insatisfação, falar com a pessoa envolvida e expressar todos os seus sentimentos, ou livrar-se da negatividade que a sua mente criou em volta da situação e que não serve a nenhum propósito, exceto e de fortalecer um falso sentido do eu interior. É importante reconhecer essa inutilidade. A negatividade nunca é o melhor caminho para lidar com qualquer situação. Na verdade, na maior parte dos casos, ela nos paralisa, bloqueando qualquer mudança verdadeira. Qualquer coisa feita com uma energia negativa será contaminada por ela e dará origem a mais sofrimento. Além disso, qualquer estado interior negativo é contagioso, pois a infelicidade se espalha mais rapidamente do que uma doença física. Pela lei da ressonância, ela detona e alimenta a negatividade latente nos outros, a menos que sejam imunes, quer dizer, altamente conscientes.

Você está poluindo o mundo ou limpando a sujeira? Você é responsável pelo seu espaço interior, da mesma forma que é responsável pelo planeta. Assim no interior, assim no exterior: Se os seres humanos limparem a poluição interior, deixarão então de criar a poluição externa.

Eckhart Tolle – 17/06/2010

Uma gentileza feita a nós mesmos………

Uma nova idéia, um novo caminho…..

Uma nova solução, ou até um gesto de carinho……. São todos momentos que nos batem a porta. Mas só serão aceitos. Quando nos conforta…..

Se uma nova idéia ou solução. Não vier igual a nossa intenção. Nossas portas se fecham em cima de uma razão. Que não se move…  nem respira a hipótese de uma nova solução.

Quisera tivéssemos um coração mais brando. De revoltas, e solto se entregasse aos prantos. Aos prantos feliz de uma aceitação… a doce intenção de uma solução.

Aceitarmos a idéia nos torna capaz, de vivenciar algumas vezes em momentos sagazes. Que nos roubam noites intermináveis. Só para não soltarmos nossa linda imagem….

Imagem essa que foi construída. Em um só bloco… e vai ser destruída por um só foco…

Vivenciar dentro de nós opiniões e soluções. Nos faz crescer e viver. Todos os momentos de reflexões de um outro ser…….

Essas experiências por uma só… Nos abre a porta… e não nos deixa só… Por que muitas opções nos ofertamos… e enfim as vivenciamos. Uma há de servir. Uma há de abrir…. Uma há de mudar….. O modo de nos amar!!

Candida Panchorra


 

 

 

18 de abril de 2010

 

Vulcão da Islândia faz o homem refletir sobre sua insignificância.

Os nossos antepassados ligavam a felicidade à falta de sorte. Já os clássicos diziam que os homens não controlavam seu destino, eram apenas vítimas dele. Essa concepção foi alterada pela modernidade, quando a sorte passou a ser feita pelos próprios homens. A partir deste momento, eles seriam responsáveis pela construção dos seus destinos.

Porém nem tudo depende da nossa vontade. Por conta disso, João Pereira Coutinho, colunista da Folha faz um brinde ao vulcão da Islândia. A nuvem de cinza gerada pela sua erupção causou nesta sexta-feira o cancelamento de 17 mil voos em toda a Europa, de um total esperado de 28 mil, segundo a Agência Europeia para a Segurança na Navegação Aérea (Eurocontrol).

“Brindo ao vulcão porque ele lembrou aos homens modernos a evidente insignificância deles perante uma natureza indiferente e em certos casos, brutal”, diz o colunista neste podcast, que também sofreu com a falta de voos pela Europa.

Fonte e ouça a gravação  do colunista, da Folha de São Paulo,  João Pereira Coutinho um brinde ao vulcão: http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u722217.shtml

 

2 de abril de 2010

Texto extraído de uma aula de Swami Dayananda Saraswati, Rishikesh

Era uma vez…

Era uma vez, um pastor. Em uma determinada manhã ao retirar o seu gado do curral, ele percebe que as cordas com as quais se amarravam as vacas no pasto, haviam sido roubadas. Sem ter como correr ao vilarejo para comprar outras, ele corre desesperadamente para pedir conselhos ao seu guru. Chegando lá, faz as revêrencias de sempre ao seu mestre e explica o problema. O guru, seriamente, responde ao seu discípulo: “Finja que você as está amarrando e você verá que amanhã elas ainda estarão lá.” O pastor, mesmo bastante incrédulo, resolve aceitar o conselho, já que aquele era seu sábio mestre. Na manhã seguinte, para surpresa do pastor, todas as vacas continuavam ali, placidamente deitadas, cada uma em seu lugar. Ele mal podia acreditar, e feliz da vida, foi então as recolher de volta ao seu curral. Para sua surpresa, nenhuma das vacas obedecia às suas ordens. Nenhuma delas se mexia. Mesmo as golpeando com seu bambu, nenhuma delas se levantava. O pastor então resolveu voltar ao guru, já que o mesmo deveria ter jogado algum “feitiço” sobre elas. Novamente na companhia do mestre, ele o instrui: “Já que você fingiu amarrá-las, agora desamarre-as. Conceda liberdade!” E assim as vaquinhas voltaram ao curral. Moral da história, moksha é algo que já é teu por natureza. Somos livres por natureza. Esta liberdade é algo real. O que não é real, assim como a corda são os nossos condicionamentos. Mudam o tempo inteiro e nos aprisionam a um certo tipo de comportamento. Se alguém lhe dá um adjetivo, se alguém lhe atribui uma qualidade, é como se esta pessoa lhe jogasse este “feitiço”. Você passa a acreditar e a assumir aquela forma que lhe foi atribuida. Você se identifica com algo que você não é. Lembre-se, você é o Todo. E este não é condicionado. A vaquinha se achava condicionada à corda, mas ela era apenas uma ilusão…

Vamos despertar!!!

 

21 de março de 2010

“Orações, jejum, abluções etc.: todas as práticas prescritas nas religiões do mundo inteiro, têm a função de preparar os seres para receberem corretamente as correntes e as mensagens do Céu. Na realidade, o mais importante não são as práticas em si, mas a vontade de realizar um trabalho interno de despojamento, de purificação: melhorar os próprios pensamentos, os próprios sentimentos e os próprios atos. Quem não decidiu desenvolver esse trabalho, faria melhor se deixasse de lado a espiritualidade, senão se tornará um perigo para si mesmo e para os outros. Enquanto a pessoa não se livra de certos julgamentos e preconceitos, nada é mais perigoso do que as práticas religiosas: elas dão a ilusão a quema quem as pratica de ser mensageiro, um instrumento do Céu. Foi assim que alguns se tornaram carrascos das suas famílias ou mesmo do seu povo. Só quem trabalhou sobre a ação desinteressada e sobre o amor para com os outros, é capaz de ouvir e transmitir as mensagens do Céu.”

Omraam Mikhaël Aïvanhov

13 de março de 2010

Encontrar-se … na solidão

Muitas, muitas vezes nos rotulamos como solitários, como se “alguém” nos colocasse este rótulo.

Interessante, mesmo maduros, ainda insistimos que alguém é o culpado.

Refletindo sobre isso, percebe-se que, na verdade, é uma falta de coragem de abrir o coração.

E aí … por falta de honestidade com nós mesmos, chamamos isso de solidão.

Abrir o coração !!!

Há tantas coisas e seres para se abrir o coração, inclusive a nós mesmos.

Como podemos pensar em solidão?

Quando nos cuidamos, sentimos solidão?

Quando saboreamos algo com intensidade … pode ser aquele delicioso cafezinho. É solidão?

Quando olhamos nossos filhos em suas caminhadas, como podemos pensar em solidão?

Quando vemos o resultado de um bom trabalho, cadê a solidão?

Quando compartilhamos uma alegria ou uma dor com alguém, que simplesmente está ali por inteiro nos acolhendo. Que é isso? … Solidão?

Temos todas as oportunidades a cada instante, de sairmos desse ovinho de proteção em que nos fechamos.

Isto sim é SOLIDÃO.

Viver, total e integralmente cada instante que surge à nossa frente, é sempre a oportunidade de estarmos cada vez mais com nós mesmos.

E estar cada vez mais com nós mesmos, nos possibilita estar com o outro, estar nas coisas que fazemos por inteiro.

E aí cadê a solidão?

Passa a ser apenas uma palavra num dicionário que alguém busca quando não sabe buscar a si mesmo.

Arminda de Fátima

 

10 de março de 2010

Simbolicamente se repete uma ação inerte.

Ao começarmos um sonho, dificilmente o compomos, mas erros se cometem, e depois que se adverte, existe o tempo de consertar…….

Mas a inércia é tão grande, que nos conforta sossegar.

Sugiro e indico fontes que todos irão “aproveitar”.

Pois é desse verbo profano, que os seres se permitem vivenciar.

Na sugestão que dou,  cabe a alegria ficar….

Pois na verdade sois, a Luz de um luar.

Não uso a rima como meta…..de transmutar sentimento.

Mas acredito por fim, que a comunicação é uma meta.

Sugiro aqueles que crêem no absoluto esplendor

Que este, com certeza se espelha,

No nosso interior.

Nagrytcha

Quando o mundo fica pequeno….

A luz do seu Sol já não aquece seu corpo interno como aquecia….

Seus passos já não são suficientes

Sua vida não termina no final de cada dia…….

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Quando sentes vontade de voar

Quando tocar em algo já não lhe compromete

Quando seu olhar já não lhe remete……

Ao brilho intenso de sua existência……

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Pergunte ao seu coração, que ponto e qual a direção

Que suas asas podem levar você

Para que sua essência esteja em um novo ser……

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E deixe-o estar pleno….em uma nova consciência

Deixe-o estar solto……solte sua nova essência.

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Transmute….renasça

Em outro lugar… e abraça

Se eduque e cresça

Voe e te enlaça…….em um novo ser….

Cândida Panchorra

Mudança começa com a Escolha

Em qualquer dia que escolhamos, podemos nos habilitar para mudar tudo. Em qualquer dia que escolhamos, podemos abrir o livro que despertará nossa mente para um novo conhecimento. Em qualquer dia que escolhamos, podemos começar uma nova atividade. Em qualquer dia que escolhamos, podemos começar o processo de mudança de vida. Podemos fazê-lo imediatamente, ou na semana que vem, no mês que vem, ou no ano que vem.

Podemos também não fazer nada. Podemos fingir em vez de fazer. E se a idéia de ter de mudar nos incomoda, podemos continuar como somos. Podemos escolher descanso em vez de trabalho, divertimento em vez de instrução, ilusão em vez de verdade, e dúvida em vez de confiança. Quem faz as escolhas somos nós. Mas embora amaldiçoemos o efeito, continuamos a alimentar a causa. Como Shakespeare observou de forma singular, “o erro não está nas estrelas, mas em nós mesmos.” Criamos nossas circunstâncias pelas nossas escolhas no passado. Temos não só a capacidade, mas a responsabilidade de fazer melhores escolhas a partir de hoje. Aqueles que estão buscando uma vida melhor não precisam de mais respostas ou mais tempo para refletir para chegar a conclusões melhores. Eles precisam da verdade. Eles precisam de toda a verdade. Eles não precisam de nada a não ser a verdade.

Não podemos permitir que nossos erros de julgamento, que repetimos diariamente, nos conduza ao caminho errado. Temos de insistir em retornar àqueles fundamentos que fazem a grande diferença em como nossa vida funciona. E então devemos fazer justamente aquelas escolhas que nos trarão vida, felicidade e alegria para as nossas vidas diárias.

E se posso ter a ousadia de oferecer o meu último conselho para alguém que esteja procurando ou precisando fazer mudanças na sua vida, ele é o seguinte: se você não gosta de como as coisas estão, mude-as! Você não é uma árvore. Você tem a capacidade de transformar completamente todos os setores da sua vida. E tudo começa com o seu próprio poder de escolha.

Jim Rohn



Porque és tão duro……com você mesmo

Por que te exasperas por perguntas?

Por que te incomodas por intromissões?

Por que te encerras conversas……

Com duras afirmações?

Por que talvez te suponhas vigiado?

Ou talvez te sintas invadido……

Ou quem sabe,estás tão inseguro……

Da vida que tens vivido….

Por que não fazes uma reflexão…..

Meditas….. porque tomas razão…..

De uma simples pergunta…..

Que endureceu teu coração…..

Acerca-te do amor……aquele que um dia você adorou……

Como meta de seu caminho……

Para que recebas pergunta,com a forma de carinho…..

Uma estrada paralela de um sincero amor…..

Por que amor sincero…..apenas é…..

Em qualquer lugar,ele lá está

Não importa para quem você o dá……

Apenas o deixe em seu coração…….ficar!!!!

Cândida Panchorra

Com um brilho intenso no azul do infinito………

Você corre e socorre seus pensamentos, em busca de uma dor que nunca existiu na verdade……mas você a sente……

Você abraça a vida com medo que ela corra mais depressa que você, e a abandone em seus pensamentos dolorosos……….

Você caminha com medo que a noite não deixe nenhuma estrela para que você sinta que no Céu você pode ver uma Luz……….

Uma Luz com um brilho intenso no azul do infinito…….

Você já não tem certeza que deve seguir caminhando com medo….porque você nem sabe se sem a estrela,você sentirá os seus pensamentos tão dolorosos……..

Você não percebe que a vida escorrega quando você quer abraçá-la….e ela some entre a Terra e o Céu, fazendo com que seus pensamentos continuem dolorosos e saudosos…..

Você já não acode nem socorre mais seus pensamentos, porque você sabe que nem os sentiu, pois eles são como uma Luz…….

Com um brilho intenso no azul infinito……..

Candida Panchorra

 

Experiência versus Competência

 

 

Existe uma forte tendência a se pensar que experiência é o “fruto maduro” gerado pela consciência…….

Existe também, o estigma da idéia formada de quem tem experiência…..tem competência…….

Singela e oportuna, silenciosa e madura, essa tal experiência……

Ela te faz a vivência, mas jamais a concordância…….por isso não pode gerar um fruto amadurecido da própria consciência.

Ela te faz uma competência gerada pela idéia absurda, de que experiência é da mesma feitura, da silenciosa e oportuna……vida singela.

Bobagem pensar que na singeleza da vida, a experiência se torna igual……não, ela nunca vem formal………

Erro pensar que na vivência da experiência nós podemos nos tornar feitores reais de momentos completamente desiguais………

Cada dia é um dia diferente.

Cada experiência tem por si só o seu dia.

Cada dia de experiência de vida se torna único, absoluto e completamente desigual…….

Cada momento é único e faz de sua experiência absoluta e natural……..

A vida é naturalíssima quando se tem experiência consciencial.

Candida Panchorra

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Para refletir: O monge deu cinco grãos de feijão para dois discípulo, e mandou que fossem visitar um mosteiro, em outro lugar e colocassem dentro do sapato os grãos de feijão. Ambos foram caminhando e lá pelas tantas um deles não agüentava mais de dor nos pés e o outro ia andando naturalmente, o discípulo que estava com o pé doendo perguntou ao outro, se os grãos de feijão não estavão machucando seu pé. Ele respondeu que não, pois ele sabia que a caminhada seria longa, e como o monge não fez nenhuma recomendação, ele cozinhou os grãos.

Ou seja “ A sabedoria traz modificação, senão …  é só informação”

Respirar: o mantra mais profundo

“Inspire e deixe que o inspirar reflita-se no seu ser. Expire e deixe que o expirar reflita-se no seu ser. Sentirá um tremendo silêncio descendo sobre você. Este é o mais profundo mantra jamais inventado: ver o ar entrando e saindo, inspirando e expirando. Você respira aqui e agora. Não é algo que possa fazer ontem ou amanhã; você tem de respirar neste momento. Mas você pode pensar sobre ontem e sobre amanhã. Assim, o corpo fica no presente e a mente fica pulando entre o passado e o futuro; há uma divisão entre o corpo e a mente. O corpo está no presente e a mente nunca está; eles nunca se encontram. Por causa dessa divisão é que a ansiedade, a tensão e a angústia surgem. As pessoas são tensas por causa das preocupações.  A mente tem que ser trazida para o presente porque não existe nenhum outro tempo.”

Osho, do “O Livro Orange”

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A lógica de Einstein

Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim,quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: “Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!”  Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou: “- Eu sei como ele conseguiu.”  Todos perguntaram: “- Pode nos dizer como?”  “É simples”: – respondeu o velho.  “Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não seria capaz.”

Albert Einstein

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Se tens o dom de ler………

Tens o dom de saber………

Se tens o dom de refletir…….

Tens o dom de pensar……

Se tens o dom de perdoar……….

Tens o dom de Amar………..

Se tens o dom de Amar……….

Tens o dom de iluminar………

Todos são cultivados, regados e preservados…..naturalmente……….

Todos estão esperando dentro de ti, para germinar………..

Todos estão à espera do caminhar……….

A estrada é livre……..

Não há porque esperar!!!!!!!!!

Cândida Panchorra. 26/11/09

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PAZ

Quando falamos em paz, a primeira semente dela está em nós mesmos.  Gostaríamos de convidar vocês para uma reflexão com estas palavras de Louise Hay.

E aí … bem e aí cada um escolhe fazer a sua parte. Mas não deixe de fazê-la, pois essa sua parte é que pode fazer a grande diferença:

“Se quero viver em um mundo pacífico, cabe a mim ter certeza de que sou uma pessoa pacífica. Qualquer que seja o comportamento dos outros, mantenho a paz no meu coração. Declaro a paz no meio do caos e da loucura. Cerco todas as situações difíceis com paz e amor. Envio pensamentos de paz para todas as partes perturbadas do meu corpo. Se quero que o mundo mude para melhor, então preciso mudar minha maneira de ver o mundo. Agora estou disposto a ver a vida de um jeito muito positivo. Sei que a paz começa em meus pensamentos. Quando escolho pensamentos pacíficos, estou conectado com pessoas de mente e pensamentos parecidos com os meus, pacíficos . Juntos, ajudaremos a trazer a paz e a bondade amorosa para o nosso mundo.  A paz começa dentro de mim.”

Louise  Hay

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Buda2

“Os guerreiros pacíficos têm paciência para esperar que a lama assente e que a água

clareie…. Permanecem imóveis até o momento oportuno, de modo que a ação brote por si mesma. Eles não procuram a realização, mas esperam de braços abertos para acolher todas as coisas. Prontos a se valer de qualquer situação e, sem desperdiçar nada, eles materializam a LUZ. Os guerreiros pacíficos têm três tesouros: simplicidade, paciência e compaixão. Simples nas ações e nos pensamentos volvem à fonte do SER. Pacientes com amigos e inimigos, vivem em harmonia com as coisas como elas são. Compassivos consigo mesmos, estão em paz com o mundo. Alguns acharão absurdos esses ensinamentos; outros o considerarão inatingível e impraticável. Mas para aqueles que olharam para dentro de si mesmos, o absurdo faz perfeito sentido. E para aqueles que o puseram em prática, o inatingível tem raízes profundas”.

LAO-TSÉ

***

Nossos pensamentos são movimentos mentais, assim como nossos braços e pernas em açãoflores-recados-para-orkut9 são movimentos corporais. Bloquear os pensamentos é como bloquear nossos passos ou engessar nossas mãos. Devemos aplicar movimentos harmoniosos e leves não só em nossos membros, mas também em nossa mente para que nossos pensamentos sejam ternos e harmoniosos. Para que serve o toque suave de um som, senão mostrarmos a doçura da música? Para que serve o estado pleno de felicidade, de paz, de um sorriso ou olhar, se não for para nos desanuviar a mente? A prática de ouvir bons sons torna nossa mente calma e satisfeita; a prática de um sorriso pleno e um olhar sereno torna nossos pensamentos brandos e leves. Preste atenção em seus movimentos mentais, para que seus pensamentos sejam puros e harmoniosos, serenos e plenos.

Sorria….olhe com amor…..dance com harmonia….e pense com sabor……sabor de viver plenamente……..

Candida Panchorra


 

voar“O pensamento é um ato fisiológico que depende, como todos os órgãos fisiológicos, de uma engrenagem funcional. Assim como todos os órgãos, não deve funcionar sem uma estrutura que o sustente. O estômago, por exemplo, precisa de uma alimentação adequada, caso contrário, terá um desequilíbrio. O coração precvisa de outros órgãos para que funcione em equilíbrio. O intestino, ídem. No pensamento, não é diferente. Ele precisa de direcionamentos neurais, para que a mente produza o efeito desejado, ou seja, raciocínio. Por isso ele deve ser “alimentado”, direcionado e ordenado, para que ele possa fluir adequadamente. Ele não pode ficar solto, vagando em supostas idéias, sem fundamentos. Ele tem que ser “educado” para se processar em outros órgãos a engrenagem do “viver na matéria”. Cuidado  como se cuida do pensamento. Ele é produto de critérios estabelecidos pela educação espiritual. Posicione-se, reflita no que quer pensar, ou seja, no que nos faz confortável, e retire as arestas passadas, limpe o fluxo de idéias pré-concebidas e vamos alimentar nossos pensamentos com a coerência da Felicidade. Cultivar é a nossa meta. Cultivar os pensamentos saudáveis é a nossa inteligência.”

2 out 2009  – Michaella


 

O Equilibrista

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Andar sobre uma corda tem uma mágica e um saber. Andar na vida, tem muitas mágicas e se adquire muitos saberes. Como o equilibrista, a mente e o coração em sintonia, vão dar a qualidade do 1º passo sobre a corda e no resultado final dessa caminhada. Assim na vida, a mente e o coração são os compassos, para todos os passos, a serem dados pela vida a fora. Lançar-se no espaço sobre a corda é aceitar a vida escolhida para ser vivida, sem medo, sem culpa, sem sombra, sem dúvidas, pois a mente e o coração, são a direção para cada passada. Cabeça, coração e pés, são as forças que  nos movem, na escolha de nossas caminhadas. Que experiência fantástica andar  sobre a corda. Que experiência fantástica VIVER.

Arminda de Fátima


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“Nós temos várias personalidades, até por conta de nossas vivências anteriores e evidentemente, a atual, ou seja, posturas que desenvolvemos e guardamos dentro de nós, que nos ajudam na formação de nossa essência interior. Através da Educação Espiritual, informação necessária para a convivência, cada um de nós sabe o momento exato para aplicar determinada atitude, ou postura da própria personalidade adquirida em suas vivências. Não devemos considerar, por exemplo, atitudes egóicas como forma negativa, apenas saber colocá-las em seu devido momento. Por isso, devemos conhecê-las, aceitá-las para poder direcioná-las.”

Candida Panchorra


cromoterapia

“Penso que, a confortabilidade do nosso espírito (se sentir aliviado, consolado, em paz, ajustado às circunstâncias) está diretamente ligada ao nosso foco, ou seja, onde nós queremos chegar, ou o que pretendemos fazer. Quando definimos nosso foco, nos deparamos com o dilema entre focar a satisfação ou o conforto. Percebam bem que satisfeito (contente, saciado) e confortável (que traz alívio, que transmite sensação de conforto ao espírito) são palavras muita vezes antagônicas. As atitudes que nos deixam satisfeitos, realizados, nem sempre nos deixam confortáveis. As pessoas podem atingir objetivos pessoais ou profissionais abrindo mão de conceitos que levarão ao desconforto espiritual. Devemos sempre manter o “conforto espiritual”  como nosso primeiro foco em todas as nossas atitudes. Podemos e devemos procurar a satisfação, mas sem abrir mão do conforto espiritual, pois a ausência dele, ou o conflito entre satisfação e conforto, pode nos levar às “neuroses espirituais”. Essa atitude (manter o conforto espiritual como foco principal) deve ser mantida tanto nas decisões internas (pessoais) como externas (relacionamento)”.

Michaella

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4 comentários

  1. excelente a colocação de vcs . vou acessar rgularmente o site para alimentar minha alma . paulo panchorra


  2. Como estou feliz! O trabalho que vcs estão desenvolvendo aqui está LINDO!

    O site é LINDO e o conteúdo, verdadeiro “maná” no deserto árido de um mundo sem fé.

    Que o criador ilumine o trabalho de vcs e que vcs possam levar a Luz e o Bem a muitos outros, assim como fizeram comigo agora, enchendo meu coração de alegria e de esperança na humanidade.

    Muito Obrigada,
    Leslie


  3. Que o Budha, o Dharma e Shanga esteja sempre no caminho de vocês.
    Agradeço imensamente a oportunidade de vocês existirem.

    Eternamente grato.

    Fausto


  4. Boa noite,

    Adorei o site e as mensagens! Elas alimentam a alma sedenta de auto-conhecimento e transformação.
    Parabéns!
    Cândida foi muito bom “te reencontrar” nestas palavras, um bj

    Sandra



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