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2010 Quartas Filosóficas

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Quartas Filosóficas de 6 de outubro de 2010

Preservação pessoal ? !!!

Quantas bandeiras levantamos! Quantas imagens sustentamos!

Em nome da Educação Social ou da Preservação Pessoal?

Tudo bem…..vamos pensar um pouco……afinal sabemos muito e falamos pouco…..

Ou quem sabe ao contrário colocando isso no oposto?

Muitos confundem a educação que expomos que aprendemos a conviver, com aquela que usamos para sobreviver

Qual deveríamos de verdade pensar…….se nem sabemos usar o que temos para dar……..

Quando usamos a educação social, a educação de limites com o semelhante, limites com o dia a dia….

Temos que ter no foco onde nosso direito termina e o do outro começa.

Até para sermos conscientes com a real grandeza de viver socialmente.

Mas quando usamos a educação como Preservação Pessoal, estamos com certeza escondidos em nossos paradigmas morais, e delimitamos ao nosso gosto onde o semelhante chega ou sai de nossa vida. Não que isso seja errado……mas podemos cair no limite do ilimitado!!!!!

Penso que devemos ser cuidadosos, discretos e atenciosos….conosco e com o próximo……

Pois a Educação e Preservação, são deveras semelhantes nas justificativas…..próximas aos nossos instantes….e com certeza ….cruéis quando expostas irrelevantes……..

Candida Panchorra

 

Quartas Filosóficas de 29 de setembro de 2010

Limites pessoais… limites sociais

Quando pensamos em limites, pensamos em distanciamentos… colocar portas, portões, muros e paredes. Será isso? Pode-se pensar assim … quando queremos muito nos defender.

Mas pensar em limites … não será?! … pensar em Respeito? Precisamos então de portas, portões, muros e paredes?

Respeito tem a ver com aceitação. Aceitação do que se é e como se é.

Colocar limites em nossos relacionamentos, implica primeiro em respeitar os nossos limites pessoais, ou seja em saber quais são os nossos próprios limites. Até aonde “somos”, até aonde “vamos”, até aonde existimos, pensamos, vivemos.

Se com atos, pensamentos e sentimentos, ultrapassamos sem respeito, os chamados “ limites”.. na verdade… antes de invadir o limite do outro ,ou deixar que o outro invada os nossos… nos perdemos de nós mesmos. Nos perdemos dos nossos valores, das nossas crenças, nos perdemos do nosso Ser.

Então… antes de colocar limites àquilo que nos faz desconfortáveis, precisamos saber e acreditar até aonde podemos ir com os nossos próprios, até onde aceitamos a nós mesmos, para assinalar ao outro nossa jornada, sem o medo e a culpa de nos tornarmos indesejáveis.

Acreditar naquilo que somos, naquilo que podemos, naquilo que queremos…. quando isto fica claro e transparente dentro de nós… é muito mais fácil saber nos colocar para o outro.

Os limites assim, não são portas, portões ou muros e paredes…….. Mas sim, o respeito de nós para nós mesmos,……é o limite pessoal seguro e adequadamente colocado em nos.

Arminda de Fátima Correia e Candida Panchorra

Quartas Filosóficas de 8 de setembro de 2010 Nossas humanidades Temos a capacidade dos deuses, aos quais chamamos de Criadores… apesar de ainda estarmos engatinhando como deuses e como criadores. Temos os sentidos dos “super heróis”… e experimentamos nuances deles de várias maneiras, as quais denominamos simploriamente de intuição. Mas … também temos um grande limite… nem bom e nem ruim. Mas o limite das nossas humanidades. O limite que o físico nos impõe. Na verdade o físico é o que nos contém, como o copo contém a água… e mais água se coloca… ela transborda. É talvez… por um processo muito sábio de preservação, que o Universo assim o faz. Temos essas capacidades e sentidos dentro daquilo que nos cabe e que podem se conter em nós. Podemos ter a capacidade de 1 litro de água, mas o corpo de 1 copinho de café. Como lidar com isso? O mais curto e rápido é nos revoltar. Mas revoltar-se pode ser um grande desperdício de energia, sem direção ou função alguma. E isto pode ferir algo ou alguém. Talvez o mais “difícil” e “devagar” seja reconhecer que aquela “água”, aquela capacidade, aquele sentido, aquele saber, não ficam o tempo todo dentro daquele copinho. Ela se vai… e abre espaço para outra. E isto, na verdade, pode ser muito mais rápido do que imaginamos que possa ser. Só… se a retermos ou se dela não a provarmos, aí sim ela custa a ser “trocada”, a ser renovada e muitas e muitas vezes se estagna

Arminda de Fátima

Quartas Filosóficas de 28 de julho de 2010

O brilho nosso de cada dia …….. nos damos hoje, e todos os dias!!!!

Quem ou o quê apagou nossa Luz? Conceitos sociais? Preconceitos? Credos? Por que às vezes nos prendemos a estruturas tão rígidas de pensamentos que abafam nossa própria essência, nosso coração…..nos fazendo rodar em círculo de estruturas falidas e sombrias?

Somos pó das estrelas …. assim nos diz a Ciência e os Poetas. Por assim sermos, o Brilho e a Luz fazem parte daquilo que somos. Se assim é, porque insistimos em abafar a nossa Luz? Que conforto é esse que nos deixa preso em um “calabouço sombrio” dentro de nós mesmos?

Quando nos fixamos em conceitos sem abrir a mente e o coração para um outro entendimento, acorrentamos nosso espírito, sufocamos nossa possibilidade de entendimento para um crescimento. Em contrapartida, quando se vislumbra uma outra maneira de viver, de entender, mais leve, suave, nossa alma vibra!!! Nosso espaço no Universo se amplia, damos a ela, a nossa alma, a possibilidade de uma reflexão sem condições restritas de compreensão, daí se cria o incondicional, aquilo que não se vincula a outra coisa para existir ou agir.

Assim é o amor incondicional, assim é o respeito incondicional (que chamamos de Compaixão), para com as atitudes e pensamentos que não se vinculam a traços pré-conceituosos.

Nos liberta …. nos promove ao brilho ….. pois somos “pó de estrelas com Luz e Brilho próprios”……..

Como anda seu brilho hoje?

A 2 mãos

Arminda de Fátima Correia e Candida Panchorra

Quartas Filosóficas de 21 de julho de 2010 Nunca, nada será como antes Ainda insistimos em ver as mudanças como algo anormal em nossas vidas, em nosso dia a dia. O sol nasce todos os dias, mas… nunca é o mesmo sol e nem o dia é o mesmo. Tem momentos do viver que mudanças muito grandes nos aportam, e mudanças essas que não nos possibilitam insistir que “tudo será como antes”. Mesmo abrindo nossos sentidos, mente e espírito para essas novas mudanças, vamos por assim dizer, nos desmerecemos em acreditar que somos capazes de acolher o novo e transpor esse novo àquilo que já foi aprendido, complementando-o. Engraçado … queremos sempre mais (muitas vezes só externamente falando), mas nossas almas internamente, sempre buscam mais, mas quando nos deparamos com isso, o medo, a insegurança se acoplam e muitas vezes nos paralisa, nos distancia da própria vida, nos impede de poder experimentar esse “mais” que nos chega., esse novo que como uma roupa nova, apenas necessitamos experimentá-la e sair ao dia, para que essas nossas novas cores se misturem às cores da vida. Sem exigências, isto é importante!!! Existe um tempo de adaptação. Comparando-se ao raiar do novo dia, são como aquelas horas que não são nem mais noite (o que não é mais) e nem são dia (o vir a ser) e pouco a pouco vão se misturando ausência e presença de luz, para que tudo acorde, para que tudo possa perceber, acomodar aquilo que a nova luz, o novo dia vai descortinando para a própria vida. Há um tempo nessa passagem, nesse meio de caminho. Ficar além desse tempo é perder oportunidades, é deixar de ver o que a luz do novo dia pode trazer aos nossos olhos. E como nunca e nada é igual, sempre haverá novas coisas a serem vistas, observadas, vividas e assimiladas Observe esse seu tempo de observação, assimilação e aprendizado, mas todas essas coisas existem apenas para se viver, se relacionar, trocar, experienciar. Senão … não há sentido, não tem um porque. Podemos sim, decidir sermos uma caixa, mesmo que bonita e colorida, mas permanecendo fechada e protegida dentro do armário, que torna-se escura, empoeirada e não consegue ter a percepção além das próprias quatro paredes que a contém. São escolhas. Mas nunca, nada será como antes. Um belo raiar do dia para você. Arminda de Fátima Correia

Quartas Filosóficas de 14 de julho de 2010

A cura e a doença consciencial

Hoje, temos diante de nós, muitas técnicas capazes de cuidar e tratar dos vários níveis que constituem o que chamamos Ser Humano, na vasta dimensão de seus corpos e realidades diversas.

Mas há algo que tem um poder muito grande e capaz de gerar a cura total da mais temível doença … ou … gerar essa mesma temível doença… que é a nossa Mente.

Tratamos e somos tratados e temos como resultado um bem estar, uma alegria que estava escondida em algum lugar muito fundo de nós mesmos. Podemos até sentir a energia circulando no nosso corpo, alimentando partes dele, que já manifestavam muita dor, pela estagnação ou ausência dessa mesma energia.

Esses bons resultados sempre são muito bem-vindos e desejados.

O que na verdade nos cura? As técnicas, os tratamentos podem facilitar em muito.

Mas a consciência de nós mesmos, com aquilo que queremos atrair para nós, com aquilo que queremos fazer com nós mesmos, com aquilo que queremos com o nosso viver, talvez sejam o grande “remédio”, o grande “curador”, daquilo que é muito mais do que o nosso próprio corpo quer ou faz … que são as nossas almas. Seus propósitos, suas vontades, sua naturalidade em existir.

Manter uma doença é manter conceitos, paradigmas, realidades, verdades que não necessariamente fazem mais parte de nós mesmos, mas que por algum motivo, “insistimos” em manter e assim alimentam a chamada doença.

Quando conseguimos olhar nossas doenças com o olhar de quem quer aprender, de quem quer ver o que aquela doença quer mostrar para nós, colocamos nossa consciência em foco e assim podemos descobrir caminhos de saída, menos tortuosos ou doloridos e podemos começar a falar em cura.

Claro que muitas vezes o que chamamos de doença está com raízes muito fortes em nosso corpo físico, mas aqui o trabalho consciencial, quando feito, vai nos possibilitar andar com muletas sim, porque são necessárias, mas sem que estas nos façam novas feridas e novos calos.

Para tratar a doença são necessários os remédios e os tratamentos, mas podemos com certeza encurtar esse processo, ou torná-lo um tanto mais suportável de ser enfrentado, se consciencialmente vivermos essa doença focando uma cura, seja em que nível for.

Mas como tudo no viver (e no morrer), é uma questão de escolhas.

Façamos boas escolhas para nós mesmos.

Assim tudo o que pode nos chegar à volta, pode efetivamente nos ajudar.

Arminda de Fátima Correia

Quartas Filosóficas de 7 de julho de 2010 Compaixão Um sentimento que devemos explorar, praticando, mas o fazemos em nome de outro sentimento, deixando assim uma dúvida, pois não sabemos se estamos com Compaixão ou Pena de uma pessoa ou situação. É muito natural fazermos essa semelhança de sentimentos, pois quando falamos neles, nos reportamos a Emoções….e com ela, fazemos muitas associações.Imaginamos ter um sentimento de Amor por alguém….e escorregamos na Posse. Imaginamos ter um sentimento de Raiva por alguém ou situação….e escorregamos na Competição, na Vergonha….enfim, podemos sem pensar, substituir as emoções, mascarando assim a verdadeira pela falsa….não por maldade, apenas por não questionarmos qual emoção estamos verdadeiramente sentindo. Mas nos propusemos a falar da COMPAIXÃO, e como em simples palavras podemos definir, deslizamos a falar de outros sentimentos também muito importantes, pois com eles podemos ter a tão falada Educação Espiritual. Permitir, respeitar, observar, ouvir, enfim, estar no lugar do outro e observar um pouco de sua experiência, ou talvez quem sabe, verificar nenhuma experiência desta pessoa sobre algo que está sendo exposto, nos dá a oportunidade de ter a Compaixão pela pessoa. Naquele momento, você sente a sua verdade, e permite ter a sua realidade……naquele momento você ouve a sua versão…e vê a sua percepção…..você pode observar sua reação…você verá qual foi sua atenção sobre determinado assunto. E assim, nesse passo de “amor” poderemos chegar a ter, no efeito empático, uma compaixão pelo sofrimento, pelo sentimento ou pela situação que está passando uma pessoa igual a todas….um ser humano. Só através da Compaixão poderemos ter nosso verdadeiro entendimento de Ser……..ser humano…… Candida Panchorra

Quartas Filosóficas de 30 de junho de 2010

Individual ou coletivo?!

Não somos nem totalmente um e nem totalmente outro. “Estranhamente” somos os dois, e isto acontece muitas vezes ao mesmo tempo.

Nascemos num grupo de pessoas, estudamos com um grupo de pessoas, desenvolvemos um trabalho em prol de um grupo de pessoas, mas tudo isso nos leva também a nos desenvolvermos como indivíduos, únicos e insubstituíveis, naquilo que viemos e escolhemos aprender e fazer.

Cada passo dado em cada grupo que vivemos, para esse passo ser firme, necessitamos ter consciência de onde… pisamos, por onde caminhamos e estes processos só podem acontecer quando temos consciência de nós mesmos, através da consciência de nossa individualização..

Mas … todo nosso processo individual de gera reações, consequências que afetam o coletivo, desde os grupos mais íntimos que temos, até à humanidade, como um grupo maior. E isto, sabemos muito bem, acontece tanto com nossas boas escolhas, como com nossas escolhas egoístas ou impensadas, ou até podemos dizer com nossas não tão boas escolhas.

Podemos pensar que aquela estória de quem nasceu antes, foi o ovo ou a galinha, possa ser aplicado aqui, mas se acreditamos que por trás desse indivíduo existe uma Alma, ou um Espírito, que vem ao longo de todas as suas jornadas aprendendo sobre e com elas, estes grupos dos quais hoje fazemos parte nada mais são do que elementos para aprimorar esses aprendizados, vividos nesta jornada presente, mas que fazem parte de um muito maior, que aos poucos vamos juntando os pedacinhos e tomando consciência desse ser muito maior que somos, do que este que vive hoje. Também este faz parte, uma parte, não se sabe se a melhor, a maior ou a mais importante, apenas uma parte.

Talvez o que seja importante saber é: somos indivíduos num caminho de aprendizados, que indivíduos e aprendizados somados, podem e fazem uma grande diferença no processo de Humanidade como um todo. Para isso acontecer é só buscar, se propor, querer. Nós queremos.

Quartas Filosóficas de 23 de junho de 2010

Abrindo portas e janelas Imagine-se num ambiente muito harmônico, muito limpo, muito confortável, aonde você se sinta muito bem. Mas com portas e janelas fechadas!!! Como você se sentiria? Não importa aqui os motivos … mas muitas vezes pensamos que mantendo nossos “espaços” adequados ao que queremos, com as “portas” e “janelas” fechadas, aonde qualquer circulação não possa existir, possamos estar BEM!!! Será? E as trocas de ar, de energia, de sentimentos e pensamentos, ficam por conta do quê, se não permitimos que nada ou ninguém chegue até nós?… Às vezes fazemos isso automaticamente, por acharmos que estamos cuidando de nós mesmos. Mas muitas vezes ficamos, mesmo sem perceber, tão viciados em nossas próprias escolhas, mesmo que possamos sentir conforto com essas escolhas, mas viciados, pois não sentimos ares novos, calores novos, olhares novos. Claro que temos que nos cuidar, temos que aprender a não nos tornarmos dependentes de um outro ser ou de qualquer coisa, isto pode ser prisão, quando não conseguimos a nossa independência a partir do nosso próprio ser. Mas não estamos sós, isso já se falou há muito!!! E precisamos ter e receber o que a vida e tudo que ela tem a nos oferecer. Mesmo as coisas que não achamos tão boas, e aqui, quando temos dificuldades é só nos permitir, a um novo toque, um novo olhar, uma nova palavra. Não podemos ser e não somos auto-suficientes. Independência não é auto-suficiência. Marque um encontro de verdade com você mesmo e abra suas portas e janelas, e veja o que a vida pode lhe ajudar em sua caminhada. Isto existe, é só permitir.

Arminda de Fátima Correia

Quartas Filosóficas de 16 de junho de 2010:

Respeito

Às vezes, aquilo que nos parece castigo ou um c aminho negativo……é só uma forma de nos alertar que podemos mudar definitivamente nossa forma de pensar…..é só tentar!!!!

Por crenças que nos apegamos ou pensamentos que delimitamos, temos atitudes repetitivas que nos levam a reações pouco sensatas. Um exemplo simples é querermos, ao levantar a bandeira de ajuda ou caridade, resolver problemas de outras pessoas, com ou sem pedido delas. Ora, sabemos que nossas maneiras de atuar são completamente diferentes de uma pessoa para outra, como queremos resolver seus problemas baseados em nossa maneira de pensar? Como podemos imaginar, que a outra pessoa possa se sentir confortável com nossas soluções, que nem mesmo nós, por vezes, nos sentimos confortáveis com as nossas!!!

Devemos ter um respeito sincero pelo problema alheio assim como temos pelos nossos próprios problemas, que na verdade, são procedimentos para o crescimento.

Vamos ser mais cautelosos em nossas manifestações de ajuda, pois podemos privar o próximo de uma riqueza só dela, e dividir os lucros que não são possíveis de serem divididos……..

Candida Panchorra

9 de junho de 2010

Oposição

“Lados opostos ou verdades distintas, porém não diferentes ou complementares!

Melhor a segunda opção, é menos desarmoniosa … nos remete à  reflexão daquilo que se está vivenciando, por mais difícil que possa ser.

Lidar com oposições… todo o viver é assim … dia e noite  … claro e escuro … dor e alegria … vida e morte.

A cada instante uma célula de nosso corpo morre e uma outra se desenvolve, aliás como poderia ser se não fosse assim, imagine o tamanho e a qualidade do corpo físico que teríamos que ter. E é assim com nossas ações, emoções, pensamentos, idéias, ideais, fantasias e realidades.

Então, pensar na oposição como possibilidade de crescimento, nos tira do papel de vítimas ou pobres coitados, e nos coloca no ritmo da vida, no seu pulsar, na contração e dilatação … sistole e diástole … do nosso coração, de nossa própria Terra.

Esses são os movimentos primordiais da Vida.

Se não escolhemos esse crescimento … a vida escolhe por nós … e podemos ir aos tropeções para podermos entender e assimilar o que nos é necessário, ou se escolhemos assim viver as oposições, simplesmente como elas são,  simplesmente podemos “surfar” essa “onda” da vida, e aproveitar toda a beleza dessa viagem .

“Tudo é questão de manter a mente aberta, a espinha ereta e o coração tranqüilo”, assim já falava o poeta.

Não diria talvez, “bem vinda” às oposições, mas diria estou com minha prancha nas mãos e quero aprender a flutuar nessas ondas sem precisar levar caldo ou me machucar.”

Arminda de Fátima Correia

 

2 de junho de 2010

Desânimo

Desanimar….tornar um foco sem valor….uma ação sem amor….

Perder a graça, sair sem raça…..treinar a dor……

Porque deixamos esse sentimento inteiro tomar conta de nosso ser?

E por sorrateiro… se faz crescer…em sentido oposto ao nosso viver

Nos deixamos velar pelo sentimento inócuo, de uma performance oca, que trabalha um descaso…..

Descaso de tudo que não devemos ter….principalmente,a insegurança de nosso próprio ser.

Basta sentir que o desânimo faz dentro de nós e sempre nos traz

A falta de confiança que colocamos em nós…

E colocamos no outro a nossa propria paz!

Confiemos mais em nossa intenção….nossa coragem nossa razão

Para podermos acreditar em cada passo que damos

E vermos nele a nossa força e nossa coragem, nossa capacidade

De acreditar que podemos tirar do desânimo

A força de nos amar!!!

O mais sublime sentimento por nós….

 

Cândida Panchorra

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